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As sociedades formadas entre um administrador e um profissional técnico são as mais bem-vindas. A sinergia desses talentos faz com que o negócio seja alavancado da forma positiva.

Quantas clínicas de estética, salões de beleza e institutos de depilação que ao longo do tempo ficaram “velhos”, obsoletos e sofreram as consequências da decadência: perda de profissionais para a concorrência, redução do movimento das clientes cada vez mais exigentes e em busca de novidades, obsolescência dos equipamentos, diminuição dos ganhos e da margem de lucro dos serviços. Por fim, são vendidos muito baratos e, nas mãos de novos proprietários, são repaginados, renovados e logo voltam a faturar muito bem.

O que os novos proprietários fizeram? Eles investiram no negócio e buscaram o retorno desse investimento em um tempo predeterminado.

E por que os antigos donos não conseguiram fazer o mesmo? Por quê eles mesmos não reformaram a empresa e se mantiveram no mercado? A resposta é que esses antigos donos não fizeram nenhum planejamento, não se organizaram, não estabeleceram metas nem gerenciaram os recursos humanos e materiais de que dispunham de forma adequada. E mesmo, no fundo do poço, ainda assim não buscaram ajuda profissional de consultores e órgãos de apoio, tais como Senac, sindicatos etc.

O mercado observa atualmente a entrada, de forma irreversível, de administradores e empreendedores no mercado de beleza. Todos eles atraídos por um segmento que cresceu em média 10% ao ano nos últimos 15 anos e mais que dobrou nesse período.

E no setor de beleza, em especial, as empresas prestadoras de serviços precisavam que essas pessoas – empreendedoras, organizadas, sistemáticas e disciplinadas – assumissem essas companhias para retirar do profissional técnico a tarefa ingrata de administrar, seja ele um esteticista, um cabeleireiro, ou outro profissional do mercado, que, por natureza, é criativo, inovador, pouco convencional, comunicativo e voltado para o universo técnico ou artístico.

Em especial, as sociedades formadas entre um administrador e um profissional técnico são as mais bem-vindas, pois, nesse caso, a sinergia desses talentos faz com que o negócio seja alavancado da forma mais positiva possível.

As características necessárias a esses administradores são liderança, capacidade de gerenciar conflitos, visão analítica, de mercado e de negócio, além de conhecimentos sobre gestão de pessoal, de estoques e de capital. Noções sobre as legislações trabalhista, sanitarista, tributária e de relações de consumo também são imprescindíveis.

É um trabalho de “formiguinha”, mas que, com persistência e tenacidade, fará que com que essas empresas de estética e beleza se destaquem com excelência entre as demais.

Eduardo Fleming é Consultor de empresas e de Tecnologia de Informação. Formado em Administração de Empresas e Engenharia, possui MBA em Telecomunicações. Trabalhou nas indústrias têxtil e de telecomunicações e em grandes bancos nas áreas financeira e tecnologia. Desde o ano de 2001, desenvolve consultoria especializada para salões de beleza e clínicas de estética. eduardo.fleming@gmail.com www.graces.com.br 

 

 

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0 Comentários desativados em Recomeçar 2174 01 abril, 2013 Eduardo Fleming, Gestão de Clínicas de Estética abril 1, 2013
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Eduardo Fleming é consultor de empresas e de tecnologia de informação. É formado em Administração na FAM/SP e Engenharia na UFRJ, com MBA em Telecomunicações pela UFF/RJ. Trabalhou nas indústrias têxtil e de telecomunicações e em grandes bancos nas áreas financeira e de tecnologia. Atualmente, oferece consultoria para o mercado de beleza e representa o sistema GRACES para gestão de salões de beleza e clínicas de estética.

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